A única ação
em que a marca
sai do evento.
O totem fotografa, aplica a moldura da campanha e devolve a imagem por QR code. O visitante baixa no celular e posta. Enquanto os outros formatos acabam quando a pessoa vira as costas, esse continua rendendo depois.

Quatro toques
e acabou
O fluxo inteiro foi desenhado para funcionar sem operador ao lado explicando. Em festival, ninguém tem paciência para instrução.
O visitante toca a tela
Uma chamada em tela cheia convida a começar. Contagem regressiva de três segundos e a foto é feita pela câmera frontal.
A moldura da campanha entra
Logo, cores, hashtag e mensagem da ação são aplicados na hora. Se houver mais de uma moldura, o visitante escolhe.
O QR code aparece
A foto sobe e o QR surge ao lado dela. O visitante aponta o celular e baixa em segundos, sem instalar aplicativo nenhum.
O dado fica com você
Quando o fluxo pede cadastro antes do download, o contato entra na base com aceite de LGPD registrado na própria tela.
Sem impressora,
sem fila, sem papel
A cabine impressa tem três problemas que só aparecem no meio do evento: a fila trava, o papel acaba e o custo por foto sobe junto com o sucesso da ação.
O que muda na prática
- Sem consumível: o custo não cresce com o número de fotos.
- Sem fila de impressora: o gargalo deixa de existir.
- A foto vai para o celular, onde ela é compartilhada — e não para o bolso, onde ela amassa.
- Você recebe o total de fotos, o horário de pico e a base de contatos no relatório final.